Juntos somos mais fortes
- Missão Atos 4

- há 1 dia
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Atos dos Apóstolos 4.31 “Quando terminaram de fazer essa oração, o lugar onde estavam reunidos tremeu. Então todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a anunciar corajosamente a palavra de Deus”.
É sempre muito bom quando nos reunimos em família ou com nossos amigos. Fazemos isso para comemorarmos aniversários, casamentos ou até mesmo quando nossos corações choram por termos perdido alguém que amamos. Mas o melhor mesmo é quando nos reunimos na igreja para orarmos. As orações dos que amam a Deus fazem toda diferença.
Há algo especial quando estamos juntos. Somos todos humanos e temos nossas dificuldades e diferenças, mas quando estamos juntos em oração elas se desvanecem como bolhas de sabão levadas pelo vento e não deixam nenhum sinal de que existiram. Fazer parte de um coletivo é o que Deus quer de nós. Não fomos criados para sermos sós, mas sim para fazer parte da grande família de Deus. Os primeiros discípulos de Jesus entenderam bem isso. Logo após a cura de um coxo na porta do Templo chamada Formosa e a pregação ousada de Pedro e João, a liderança religiosa de Jerusalém, o Sinédrio se viu diante de um dilema.
Havia ocorrido um milagre no nome de Jesus, o mesmo que eles haviam condenado. O evangelho crescia cada vez mais. E cada vez mais eles se reuniam em oração. E numa dessas vezes Deus respondeu poderosamente. “Depois de orarem, tremeu o lugar em que estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam corajosamente a palavra de Deus” (Atos 4.31). O tremor do lugar foi uma manifestação da presença e do poder de Deus. Eles oraram para ter ousadia na pregação da palavra e o Senhor lhes concedeu essa dádiva.
Deus não removeu a ameaça dos que lhes eram contrários, mas concedeu-lhes o poder natural para enfrentá-la e continuar a missão. Em tempos de dificuldade, pressão ou perseguição, o cristão deve buscar o corpo de Cristo, ou seja, a igreja que congrega. É na comunhão, na oração conjunta e no encorajamento mútuo que encontramos forças para perseverar. Nossa oração deve sempre ser por ousadia e não por facilidade. A tendência natural da nossa carne é orar para que Deus remova as dificuldades, mas somos encorajados a orar para glorificar a Deus mesmo nos piores momentos de nossa vida. Que tudo isso sirva como um espelho e um chamado para nós hoje.
Que possamos abandonar as orações centradas em nós mesmos e em nosso conforto e que levantemos nossa voz ao Soberano pedindo não que Ele remova nossos desafios, mas que nos conceda a graça e o poder de proclamar com toda a ousadia a palavra de Deus, para a glória de Jesus Cristo. Lembremo-nos sempre: juntos somos mais fortes!
Graça e paz. Amém!
Antonia Vieira de Lima Oliveira






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