Pai
- Missão Atos 4

- 7 de ago.
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Efésios 6.1-4 “Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. Honra teu pai e tua mãe, este é o primeiro mandamento com promessa; para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra. Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor”.
Pai... Meu querido pai... Esse é o seu dia. Quanta falta você me faz! Quantas coisas boas aprendi com você. Na sua simplicidade se escondia um sábio. Um profundo conhecedor das coisas. E você fez história! Ensinou com exemplo a cada um de nós a honestidade, a decência, a honradez e o mais importante nos apontou para o Senhor. Pai. Que figura importante na nossa vida. Pai de um. Pai de poucos. Pai de muitos como Abraão. “Abrão já não será o teu nome, e sim Abraão; porque por pai de numerosas nações te constitui” (Gênesis 17.5). Ao homem o Criador deu a graça de gerar, à mulher a bênção de conceber: “Crescei e multiplicai-vos, sede fecundos” disse o Senhor. E a Terra se povoou.
Ter filhos. Ser pai. É um presente de Deus. Pai jovem gerando filhos no vigor dos anos. Pai de meia idade cuidando dos filhos com mais paciência. Ou pai de mais idade que já idoso e sofrido se vê rodeado de filhos, netos e bisnetos que chegam como adorno dos anos. Pai amigo. Pai companheiro. Pai conselheiro. Pai sábio. Pai educador. Pai forjador do caráter. Não importa. São todos pais.
Pais que depois de um dia exaustivo de trabalho ainda encontram tempo para ter o filho no colo, bater uma bola com ele! Filho é herança do Senhor. E o que dizer do filho pródigo? Lucas nos relata esta estória no capítulo 15. Um homem tinha dois filhos. O mais novo se achando dono de si, pediu sua parte da herança e resolveu ganhar o mundo. Boates, barzinhos, jogos, drogas passaram a fazer parte da sua vida. Conquistou muitos amigos, muitas mulheres, muito luxo. Quando o dinheiro acabou, voltou para casa. Sem nada. Sem amigos. Sem mulheres. Sem luxo. Pobre. Mas havia aprendido a lição porque diante de seu pai disse: “Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados” (Lucas 15.18-19).
Mas o Pai, o nosso bom Pai está sempre de braços abertos, esperando nossa volta. Esperando nosso pedido de perdão. E Ele olha para nós cheio de compaixão dizendo: “Vem filho amado. Vem para os meus braços descansar”. “Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida. Eu lhes digo que, da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam arrepender-se” (Lucas 15.6-7).
Que cada pai seja um semeador da semente do bem, da palavra do Senhor, no coração do filho, certo de que esta semente no tempo próprio frutificará e dará bons frutos.
Ao Eterno e Amado Pai! Aleluias!
Antonia Vieira de Lima Oliveira






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